A turma do curso ITA/IME recebeu a visita do aluno do IME, Instituto Militar de Engenharia, Vilson Wenis Belle, que estudou no Positivo em 2017.

Nascido em Francisco Beltrão, Paraná, foi convidado a estudar no Curso Positivo com bolsa de estudos integral e incentivo financeiro. Ele aproveitou a oportunidade e hoje retorna como um exemplo de esforço e dedicação.

Durante o encontro, respondeu a perguntas e contou um pouco sobre sua rotina no Rio de Janeiro, futuro profissional, a vida dentro do instituto e as marcas que a preparação para o vestibular deixou em sua vida.

Para quem ainda não conhece, o IME  é uma das melhores e mais tradicionais escolas de engenharia do Brasil, presta serviços e executa atividades técnico-científicas em cooperação com o desenvolvimento do país, do exército e dos demais órgãos militares. O estudante do IME se destaca por sua capacidade analítica e coerência em situações de pressão e tomadas de decisão.

 

Os profissionais mais valorizados

Conhecido por um dos processos seletivos mais difíceis do país, o IME atrai estudantes de alto rendimento e forma os profissionais mais cobiçados do mercado, tanto por empresas nacionais, quanto internacionais. O processo de captação de estagiários e colaboradores começa cedo, logo no primeiro ano da faculdade. E não é necessário se candidatar, as vagas aparecem quase que diariamente. Inclusive, o Vale do Silício é um dos polos que já recrutou centenas de ex-alunos em busca dos melhores profissionais.

“Minha impressão é de que, depois de sair do IME, vou poder fazer o que eu quiser, dentro da minha área de atuação. Porque o profissional formado no ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica) ou no IME, tem realmente uma vida acadêmica diferenciada e mais oportunidades acadêmicas “, revela.

 

Da Ativa ou da Reserva?

Ao decidir estudar em um instituto militar como o IME, o aluno escolhe se pretende seguir carreira no exército ou se não deseja vínculos depois de formado, mas no início do curso as regras servem para todos.

“Da Ativa. Optei pela carreira militar porque tenho incentivo financeiro e moradia. Ninguém é obrigado a morar lá, mas como o custo de vida no Rio de Janeiro é alto, foi a melhor opção. Sendo militar, tenho a obrigação de trabalhar pelo menos cinco anos no exército e depois estarei liberado para ficar ou sair. Mas durante o primeiro ano de faculdade todo mundo segue as normas do exército. “

Além de cumprir com as obrigações acadêmicas, Vilson terá suas atividades militares como as escalas de serviço, treinamentos físicos que valem nota e tem até prova, vestimenta adequada, cuidados específicos com a aparência e comportamento.

Quem opta pela reserva fica livre das atividades militares após o primeiro ano, quando não há mais auxílio moradia e ajuda de custo. Por outro lado, o estudante fica livre para desenvolver outras atividades em paralelo.

Segundo Vilson, há uma multa que gira em torno de R$ 150 mil para deixar o serviço militar antes do prazo de cinco anos. Há casos em que empresas assumiram a multa do ex-aluno para garantir a contratação do profissional.

 

Formação diferenciada

Vilson ressalta a alta qualificação dos professores do IME, que reúne um seleto time de especialistas, muitos deles ex-alunos, civis e militares.

A estruturação do curso é bem diferente de uma universidade tradicional onde os alunos já escolhem o curso na inscrição para o vestibular. O aluno do IME escolhe seu curso final de acordo com suas notas e com a demanda de profissionais pelo Exército.

Durante os dois primeiros anos todos frequentam o Curso Básico, que enfatiza o estudo da matemática, da física, da química e da computação.

 

Vestibular do IME vs vestibular do ITA

Vilson conta ainda que para muitos de seus colegas de faculdade, entrar no IME foi um objetivo de vida que começou ainda na sétima série do Ensino Fundamental. Isso porque o processo seletivo cobra alto do candidato, que precisa estar familiarizado com questões complexas que vão muito além do ensino básico.

Como bom aluno do Curso ITA/IME Positivo, Vilson estava preparado para os dois vestibulares, já que as duas provas demandam estratégias diferentes na hora da resolução.

“A prova do ITA é uma prova de velocidade. Você precisa realizar um número grande de exercícios dentro do tempo determinado. A prova do IME é um pouco mais complexa e o tempo é mais curto. “

Em 2017 Vilson ficou na lista de espera do ITA, somando pontos suficientes para entrar na chamada complementar. Aprovado nos dois vestibulares, coube a ele a decisão entre os dois institutos.

 

A vida depois do IME

O futuro, Vilson e, quem sabe, a maioria de seus colegas do segundo ano do Curso Básico, ainda não pode enxergar claramente, mas com certeza ele brilha.

O fato de não poder escolher seu destino assim que entrou na universidade, agora, já pode ser compreendido. Vilson mudou até mesmo sua maneira de ver a vida e encarar situações de dificuldade e, confessa, que sua primeira opção de curso já está fora de cogitação, outras áreas o atraem.

 

 

Sobre o Curso ITA/IME Positivo

Com a coordenação do professor de Física, Marcel Lamerz, o curso prepara estudantes exclusivamente para as provas do ITA e do IME, que abrangem as disciplinas de Química, Física, Matemática, Português, Inglês, Redação e Obras Literárias.

Sua carga horária privilegia o estudo e a resolução de exercícios, com professores auxiliares disponíveis diariamente, biblioteca e sala de estudos exclusiva.

O curso traz simulados periódicos nos quais os alunos são testados e classificados de acordo com seu rendimento. O ranking divide os alunos em grupos e concede privilégios aos melhores colocados, como ajuda de custo, bolsa de estudos e almoço diário. A cada simulado, um novo rankeamento é divulgado.

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